Muitas empresas acreditam que, por terem um PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) “pronto”, estão protegidas em um processo judicial. Mas a verdade é nua e crua: na hora da perícia, o papel aceita tudo, mas o perito não.
Sem a presença de um assistente técnico qualificado da Marcelino SST, sua empresa entra em campo com um jogador a menos. Entenda o ciclo que pode quebrar o seu financeiro:
1. O Perito decide sozinho
O perito judicial é um profissional de confiança do juiz, mas ele não conhece a rotina da sua empresa. Sem um assistente técnico para confrontar medições, sugerir pontos de análise e fiscalizar a metodologia, o perito baseia seu laudo apenas no que vê em uma visita de poucos minutos — e, muitas vezes, no que o ex-colaborador (reclamante) conta.
2. Alto risco de condenação
Sem quesitos bem elaborados e sem um parecer técnico divergente, o laudo do perito judicial torna-se a “verdade absoluta” do processo. Se ele interpretar erroneamente que um ruído era insalubre ou que um EPI era ineficaz, as chances de o juiz seguir esse entendimento são de quase 100%.
3. Prejuízo financeiro (O golpe final)
A condenação não é apenas o valor do adicional de insalubridade ou periculosidade. O prejuízo é composto por:
- Pagamentos retroativos (que podem somar 5 anos);
- Reflexos em férias, 13º salário e FGTS;
- Honorários periciais (que a empresa perde e tem que pagar);
- Juros e correções monetárias astronômicas.
Mude o jogo com a Marcelino SST
A assistência técnica não é um custo, é um seguro jurídico. Nós atuamos para que a perícia seja técnica, justa e baseada em dados reais, não em suposições.
A diferença entre o prejuízo e a absolvição pode estar no profissional que acompanha a perícia ao seu lado.
Seu PGR pode estar te condenando sem você perceber. Quer revisar seus documentos e garantir uma assistência técnica de elite antes que o problema chegue à justiça?
